É engraçado, mas eu havia desistido, não de rir, mas de certos risos. E, talvez brincando de dor sem querer doer e querendo fazer o tempo passar sem querer passar no tempo, depois de um grito acima de todos os meus ruídos, tirei o olhar de cima do meu eu. E a verdade é que quando se pode enxergar o mundo, procuramos novos caminhos e encontramos sorrisos que andavam sorrindo por aí a fora. E no sorriso do outro o próprio sorriso renovado.
Eu já vi seu sorriso no meu várias vezes, sem dar importância pro peso do tempo ou do coração. Porque não existem verdades absolutas para o coração. E nesses risos pequenos, vindos da leveza que há em mim - que saudades que tive de mim! -, digo obrigada.
Pelo começo de algo que nem sei o que é, mas que já é bom. E bonito. E que por enquanto basta. Sem desespero, pequenas alegrias se pronunciam... Se é um convite, aceito. Prazer em conhecê-lo.
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